Musica Italiana

Un uomo e una valigia

( Canta: Mino Reitano )
( Autores: F.Reitano - M.Reitano - 1970 )

Original em italiano Tradução

Una valigia accanto,
rossi di pianto son gli occhi tuoi.
Sole, lassù
brilli più che mai.

Negli occhi avevo una grande città,
nel cuore i sogni di questa età.
Ad aspettarmi:
la verità.

Le ruote del treno cantavano,
insieme a me ripetevano:
Amore torno,
amore, ritorno da te.

Giorni di nebbia
passati col vuoto nel cuore.
Lettere amare,
mi sento morire, amore.

Vedi che va sempre male
e devi sperare.
Come è difficile piangere
e intanto cantare.

Poi d'improvviso
un miracolo,
tante persone mi applaudono,
i fari sul palco si accendono.

Sopra il giornale un'immagine,
io che sorrido da piccolo.
Il mondo è mio,
posso prenderlo.

Non ho più il tempo di scriverti
ma non temere, non piangere,
amore torno,
amore, ritorno da te.

Anche gli applausi si spengono,
tenersi a galla
è difficile,
tutti gli amici spariscono.

Un giorno arriva una lettera.
Chi vuole bene
sa attendere:
"Torna se hai ancora bisogno di me".

Le ruote del treno che cantano
insieme e me ti ripetono:
Amore torno,
amore, ritorno da te.

Alla stazione dapprima
io vedo mia madre.
C'è accanto un uomo che sembra
un pò stanco: mio padre.

Cerco con gli occhi qualcuno
e non vedo nessuno.
Sono in ritardo forse anche
per chieder perdono.

Dietro di me sento correre,
vedo un sorriso, due lacrime
e le tue braccia mi stringono.
Come sei bella, sei un angelo!

Come sei bella, sei un angelo!
Come sei cara, sei un angelo!
Io sto ridendo e piangendo con te!
Io sto ridendo e piangendo con te!


Uma mala ao lado,
vermelhos de choro são os olhos teus.
Sol, lá no alto
brilhas mais do que nunca.

Nos olhos eu havia uma grande cidade,
no coração os sonhos desta idade.
Esperando-me:
a verdade.

As rodas do trem cantavam,
junto comigo repetiam:
Amor eu volto,
amor, eu volto a ti.

Dias de neblina
passados com o vazio no coração.
Cartas amargas,
me sinto morrer, amor.

Tu vês que anda sempre mal
e deve-se esperar.
Como é difícil chorar
e no entanto cantar.

Pois de improviso
um milagre,
tantas pessoas me aplaudem,
os faróis no palco se acendem.

No jornal uma imagem,
eu que sorrio quando pequeno.
O mundo é meu,
posso pega-lo.

Não tenho mais o tempo para escrever-te
mas não temer, não choras,
amor eu volto,
amor, eu volto a ti.

Também os aplausos acabam,
manter-se por cima
é difícil,
todos os amigos desaparecem.

Um dia chega uma carta.
Quem quer bem
sabe esperar:
"Volta se ainda precisas de mim".

As rodas do trem cantam,
junto comigo te repetem:
Amor eu volto,
amor, eu volto a ti.

Na estação primeiro
eu vejo minha mãe.
Ao seu lado tem um homem que parece
um pouco cansado: meu pai.

Busco com os olhos alguém
e não vejo ninguém.
Estou atrasado talvez também
para pedir perdão.

Atrás de mim ouço correr,
vejo um sorriso, duas lagrimas
e os teus braços me apertam.
Como és bela, és um anjo!

Como és bela, és um anjo!
Como és querida, és um anjo!
Eu estou rindo e chorando contigo!
Eu estou rindo e chorando contigo!