Musica Italiana

Pensieri e parole

( Canta: Lucio Battisti )
( Autores: Mogol - L. Battisti - 1971 )

Original em italiano Tradução

Che ne sai di un bambino che rubava
e soltanto nel buio giocava,
e del sole che trafigge i solai,
che ne sai!

E di un mondo tutto chiuso in una via,
e di un cinema di periferia,
che ne sai della nostra ferrovia,
che ne sai!

Conosci me,
la mia lealtà,
tu sai che oggi morirei
per onestà.

Conosci me,
il nome mio,
tu sola sai se è vero o no
che credo in Dio.

Che ne sai tu di un campo di grano,
poesia di un amore profano,
la paura d'esser preso per mano,
che ne sai!

L'amore mio
(che ne sai di un ragazzo per bene)
è roccia ormai,
(che mostrava tutte quante le sue pene)
e sfida il tempo, e sfida il vento,
(la mia sincerità per rubare la sua verginità)
e tu lo sai, si tu lo sai.
(che ne sai!)

Davanti a me c'è un'altra vita,
la nostra è già finita,
e nuove notti, e nuovi giorni.
Cara, vai o torni con me.

Davanti a te ci sono io,
dammi forza mio Dio, o un altro uomo,
(chiedo adesso perdono)
e nuove notti, e nuovi giorni.
Cara, non odiarmi se puoi.

Conosci me,
(che ne sai di un viaggio in Inghilterra)
quel che darei
(che ne sai di un amore Israelita)
perchè negli altri
(di due occhi sbarrati che mi han detto:
bugiardo, è finita)

ritrovassi gli occhi miei.

Che ne sai di un ragazzo che ti amava,
che parlava e niente sapeva,
eppur quello che diceva,
chissà perchè, chissà, adesso è verità.
(si tu lo sai)

Davanti a me c'è un'altra vita,
la nostra è già finita,
e nuove notti, e nuovi giorni.
Cara, vai o torni con me.

Davanti a te ci sono io,
dammi forza mio Dio, o un altro uomo,
(chiedo adesso perdono)
e nuove notti, e nuovi giorni.
Cara, non odiarmi se puoi!


O que sabes de um menino que roubava
e somente no escuro brincava,
e do sol que trespassa os sótãos,
o que sabes!

E de um mundo todo fechado numa rua,
e de um cinema de periferia,
o que sabes da nossa ferrovia,
o que sabes!

Conhece a mim,
a minha lealdade,
tu sabes que hoje morreria
por honestidade.

Conhece a mim,
o nome meu,
somente tu sabes se è verdade ou não
que acredito em Deus.

O que sabes de um campo de trigo,
poesia de um amor profano,
o medo de ser pego pela mão,
o que sabes!

O amor meu
(o que sabes de um garoto legal)
é rocha agora,
(que mostrava todas as suas penas)
e desafia o tempo, e desafia o vento,
(a minha sinceridade para roubar a sua virgindade)
e tu o sabes, sim to o sabes.
(o que sabes!)

Na minha frente há uma outra vida,
a nossa já acabou,
e novas noites, e novos dias.
Cara, vai ou volta comigo.

Na tua frente estou eu,
dá-me força meu Deus, ou um outro homem,
(peço agora perdão)
e novas noites, e novos dias.
Cara, não odiar-me se podes.

Conhece a mim,
(o que sabes de uma viagem na Inglaterra)
aquilo que daria
(o que sabes de um amor Israelita)
porque nos outros
(de dois olhos arregalados que me disseram:
mentiroso, acabou)

reencontrasse os olhos meus.

O que sabes de um garoto que te amava,
que falava e nada sabia,
contudo aquilo que dizia,
quiçá porque, quiçá, agora é verdade.
(sim to o sabes)

Na minha frente há uma outra vida,
a nossa já acabou,
e novas noites, e novos dias.
Cara, vai ou volta comigo.

Na tua frente estou eu,
dá-me força meu Deus, ou um outro homem,
(peço agora perdão)
e novas noites, e novos dias.
Cara, não odiar-me se podes.