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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Recita: Alberto Lupo - Canta: Mina )
( Autores: L. Chiosso - G. Del Re - G. Fierro - 1972 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Cara, cosa mi succede stasera, ti guardo ed è come la prima volta. Che cosa sei, che cosa sei, che cosa sei. Non vorrei parlare. Che cosa sei. Ma tu sei la frase d’amore cominciata e mai finita. Non cambi mai, non cambi mai, non cambi mai. Tu sei il mio ieri, il mio oggi. Proprio mai. E il mio sempre, inquietudine. Adesso ormai ci puoi provare, chiamami tormento, dai, già che ci sei. Tu sei come il vento che porta i violini e le rose. Caramelle non ne voglio più. Certe volte non ti capisco. Le rose e violini, questa sera raccontali a un’altra. Violini e rose, li posso sentire quando la cosa mi va, se mi va. Quando è il momento e dopo si vedrà. Una parola ancora. Parole, parole, parole. Ascoltami. Parole, parole, parole. Ti prego. Parole, parole, parole. Io ti giuro. Parole, parole, parole, parole, parole, soltanto parole, parole tra noi. Ecco il mio destino, parlarti, parlarti come la prima volta. Che cosa sei, che cosa sei, che cosa sei. No, non dire nulla, c’è la notte che parla. Che cosa sei. La romantica notte. Non cambi mai, non cambi mai, non cambi mai. Tu sei il mio sogno proibito. Proprio mai. È vero, speranza. Nessuno più ti può fermare, chiamami passione, dai, hai visto mai. Si spegne nei tuoi occhi la luna e si accendono i grilli. Caramelle non ne voglio più. Se tu non ci fossi bisognerebbe inventarti. La luna ed i grilli normalmente mi tengono sveglia, mentre io voglio dormire e sognare l’uomo che a volte c’è in te, quando c’è. Che parla meno, ma può piacere a me. Una parola ancora. Parole, parole, parole. Ascoltami. Parole, parole, parole. Ti prego. Parole, parole, parole. Io ti giuro. Parole, parole, parole, parole, parole, soltanto parole, parole tra noi. Che cosa sei. Parole, parole, parole. Che cosa sei. Parole, parole, parole. Che cosa sei. Parole, parole, parole. Che cosa sei. Parole, parole, parole, parole, parole, soltanto parole, parole tra noi. |
Querida, o que me acontece esta noite, te olho e é como a primeira vez. Como tu és, como tu és, como tu és. Não queria falar. Como tu és. Mas tu és a frase de amor começada e nunca terminada. Não mudas nunca, não mudas nunca, não mudas nunca. Tu és o meu ontem, o meu hoje. Mesmo nunca. E o meu sempre, inquietação. Agora tu podes tentar, chama-me tormento, vai, já que aí estás. Tu és como o vento que traz os violinos e as rosas. Balinhas, não as quero mais. As vezes não te entendo. As rosas e os violinos, esta noite conta pra outra. Violinos e rosas, os posso ouvir quando quero, se quero. Quando é o momento e depois veremos. Uma palavra ainda. Palavras, palavras, palavras. Escuta-me. Palavras, palavras, palavras. Te peço. Palavras, palavras, palavras. Eu te juro. Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras, somente palavras, palavras entre nós. Eis o meu destino, falar-te, falar-te como a primeira vez. Como tu és, como tu és, como tu és. Não, não dizer nada, temos a noite que fala. Como tu és. A romântica noite. Não mudas nunca, não mudas nunca, não mudas nunca. Tu és o meu sonho proibido. Mesmo nunca. É verdade, esperança. Ninguém mais te pode parar, chama-me paixão, vai, nunca se sabe. Se apaga nos teus olhos a lua e começam a cantar os grilos. Balinhas, não as quero mais. Se tu não existisses seria preciso inventar-te. A lua e os grilos normalmente me mantêm acordada, enquanto eu quero dormir e sonhar o homem que as vezes há em ti, quando há. Que fala menos, mas pode agradar-me. Uma palavra ainda. Palavras, palavras, palavras. Escuta-me. Palavras, palavras, palavras. Te peço. Palavras, palavras, palavras. Eu te juro. Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras, somente palavras, palavras entre nós. Como tu és. Palavras, palavras, palavras. Como tu és. Palavras, palavras, palavras. Como tu és. Palavras, palavras, palavras. Como tu és. Palavras, palavras, palavras, palavras, palavras, somente palavras, palavras entre nós. |
