Musica Italiana

Non andare via

( Canta: Ornella Vanoni )
( Autores: J. Brel - Gino Paoli - 1962 )
( Titulo original: Ne me quitte pas )

Versão italiana Tradução

Non andare via,
puoi dimenticare
tutto quello che
se n'è andato già.

Puoi dimenticare
tutto il tempo che
è passato giá,
non esiste più.

Tutti i malintesi
e tutti i perchè
che uccidevano
la felicità.

Non andare via!
Non andare via!
Non andare via!

Io, io ti offrirò
perle di pioggia
venute da dove
non piove mai.

Aprirò la terra giù
fino là in fondo
per coprirti d'oro,
d'oro e di luce.

E ti porterò
dove non c'è più
né che quel che tu cerchi,
né quel che tu vuoi.

Non andare via!
Non andare via!
Non andare via!

Non andare via,
per te inventerò
le parole pazze
che tu capirai.

E ti parlerò,
di due amanti che
per due volte già
hanno visto il fuoco.

Ti racconterò,
la storia di un re
morto perchè
non lo ha visto mai.

Non andare via!
Non andare via!
Non andare via!

Nel vulcano spento
che credevi morto,
molte volte il fuoco
è rinato ancora.

Ed il fuoco brucia
tutto quanto intorno
e non riconosce
niente e nessuno.

E quando fa sera
e c'è il fuoco in cielo,
il rosso ed il nero
non hanno confine.

Non andare via!
Non andare via!
Non andare via!

Non andare via,
io non parlo più,
non piango più,
mi nasconderò.

E ti guarderò
mentre parlerai,
e ti ascolterò
mentre riderai.

Sarò solo l'ombra
della tua ombra,
della tua mano,
l'ombra del tuo cane.

Non andare via!
Non andare via!
Non andare via!


Não ir embora,
podes esquecer
tudo aquilo que
já se foi.

Podes esquecer
tudo o tempo que
passou já,
não existe mais.

Todos os mal entendidos
e todos os porque
que matavam
a felicidade.

Não ir embora!
Não ir embora!
Não ir embora!

Eu, eu te oferecerei
perolas de chuva
vindas de onde
não chove nunca.

Abrirei a terra
até lá no fundo
para cobrir-te de ouro,
de ouro e de luz.

E te conduzirei
onde não há mais
nem aquilo que tu procuras,
nem aquilo que tu queres.

Não ir embora!
Não ir embora!
Não ir embora!

Não ir embora,
para ti inventarei
as palavras loucas
que tu entenderás.

E te falarei,
de dois amantes que
por duas vezes já
viram o fogo.

Te contarei,
a história de um rei
que morreu porque
não o viu nunca.

Não ir embora!
Não ir embora!
Não ir embora!

No vulcão inativo
que achavas morto,
muitas vezes o fogo
renasceu ainda.

E o fogo queima
tudo em sua volta
e não reconhece
nada e ninguém.

E quando chega a noite
e há fogo no céu,
o vermelho e o preto
não tem confine.

Não ir embora!
Não ir embora!
Não ir embora!

Não ir embora,
eu não falo mais,
não choro mais,
me esconderei.

E te olharei
enquanto falarás,
e te escutarei
enquanto rirás.

Serei somente a sombra
da tua sombra,
da tua mão,
a sombra do teu cachorro.

Não ir embora!
Não ir embora!
Não ir embora!