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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Marcella Bella )
( Autores: G. Bella - G. Bigazzi - 1974 )
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Original em italiano |
Tradução |
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Nessuno mai, nessuno mai, nessuno, nessuno. Telefonarmi tu non puoi perché a quest'ora tocca a lei starti vicino. Così nessuno mai, nessuno mai mi tiene la mano. Nel buio affiora la paura e mi addormento coi complessi di un bambino. Sogno e risogno la vita mia, gli errori fatti che rifarei, i nostri patti riguardo a lei. Ma se non l'ami perché ci stai. Lei si serve di te, mentre io ne ho bisogno per vivere. Lei è signora, io donna libera. Non c'è nessuno mai, ed io così da sola cammino spiccando goffi voli verso amici soli, e tempo perso è il mio destino. Amare senza limiti è dove sbaglio io. Eppure devo amarti amore mio. Chi ruberebbe mai, nessuno mai, gli occhiali a un poeta. Senza la fantasia non scrive. E allora tu cosa ne fai della mia vita? C'era un ragazzo che amava il fiume. Io bianche piume d'airone ho. L'Africa è vergine ma è lontana, forse è per questo che lui mi amò. La mia storia di donna si ferma al primo capitolo di prigioniera donna libera. Chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, nessuno. Io tra la folla, un burattino, con i fili ingarbugliati dal destino. Chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, chi è, nessuno mai, nessuno. E sugli opuscoli, il sapone l'ho scambiato per un cuore di cartone. Amare senza limiti è dove sbaglio io. Eppure devo amarti amore mio! |
Ninguém nunca, ninguém nunca, ninguém, ninguém. Telefonar-me tu não podes porque a esta hora é a sua vez di ficar perto de ti. Assim ninguém nunca, ninguém nunca pega na minha mão. No escuro aparece o medo e durmo com os complexos de um menino. Sonho e ainda sonho com a vida minha, os erros feitos, que refaria, os nossos pactos em relação a ela. Mas se não a amas, porque continuas. Ela está usando-te, enquanto eu preciso de ti pra viver. Ela é senhora, eu mulher livre. Não tem ninguém nunca, e eu assim sozinha caminho levantando vôos desajeitados na direção de amigos sozinhos, e tempo perdido é o meu destino. Amar sem limites é onde erro eu. Todavia devo amar-te amor meu. Quem roubaria nunca, ninguém nunca, os óculos a um poeta. Sem a fantasia não escreve. E então tu vai fazer o que da minha vida? Havia um garoto que amava o rio. Eu tenho brancas plumas de garça. A África é virgem mas é distante, talvez é por isso que ele me amou. A minha história de mulher fica parada no primeiro capitulo de prisioneira mulher livre. Quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, ninguém. Eu entre a multidão, um fantoche, com os fios embaralhados pelo destino. Quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, quem é, ninguém nunca, ninguém. E nos panfletos, o sabão confundi com um coração de papelão. Amar sem limites é onde erro eu. Todavia devo amar-te amor meu! |