Musica Italiana

Mai

( Canta: Peppino di Capri )
( Autores: Depsa - Vistarini - Cicco - 1975 )

Agradeço profundamente o amigo Luiz Manoel Povoa por ter-me enviado esta bela musica

Original em italiano Tradução

Io, per difendere
gli errori miei
non sono bravo, e poi,
non lo farei.

E dirti: "È colpa mia"
non serve più,
le conclusioni ormai
le hai tratte tu.

E mi dirai:
"Restare qui che senso ha".
E ti dirò: "Ricominciamo".
Non si può!

Mai,
chiamarti, certo mai,
eppure lo vorrei
ma intorno non ci sei.

Mai,
chiamarti, forse mai,
ma scordare non si può
quello che m'hai dato tu.

Mai,
chiamarti non potrei,
ma i giorni che mi dai
son qui dentro di me.

Mai,
chiamarti, forse mai,
ma domani quando andrai
qualche cosa lascerai.

Bugie che sfiorano
la verità,
la frase è solita,
così non va.

Sei stata brava tu,
l'ammetto anche io,
se puoi decidere
al posto mio.

E mi dirai:
"Restare qui che senso ha".
E ti dirò: "Ricominciamo".
Non si può!

Mai,
chiamarti, certo mai,
eppure lo vorrei
ma intorno non ci sei.

Mai,
chiamarti, forse mai,
ma scordare non si può
quello che m'hai dato tu.

Mai,
chiamarti non potrei,
ma i giorni che mi dai
sono qui dentro di me.

Mai,
chiamarti, forse mai,
ma domani quando andrai
qualche cosa lascerai.

Mai!


Eu, para defender
os erros meus
não sou capaz, e depois,
não o faria.

E dizer-te: "É culpa minha"
não serve mais,
as conclusões já
as tiraste tu.

E me dirás:
"Ficar aqui que sentido tem".
E te direi: "Recomeçamos".
Não se pode!

Nunca,
chamar-te, certamente nunca,
embora eu quisesse
mas em volta tu não estás.

Nunca,
chamar-te, talvez nunca,
mas esquecer não se pode
aquilo que me deste tu.

Nunca,
chamar-te não poderia,
mas os dias que tu me dás
estão aqui dentro de mim.

Nunca,
chamar-te, talvez nunca,
mas amanha quando irás
alguma coisa deixarás.

Mentiras que passam rente
da verdade,
a frase é a mesma,
assim não dá.

Foste brava tu,
o admito eu também,
se podes decidir
no meu lugar.

E me dirás:
"Ficar aqui que sentido tem".
E te direi: "Recomeçamos".
Não se pode!

Nunca,
chamar-te, certamente nunca,
embora eu quisesse
mas em volta tu não estás.

Nunca,
chamar-te, talvez nunca,
mas esquecer não se pode
aquilo que me deste tu.

Nunca,
chamar-te não poderia,
mas os dias que tu me dás
estão aqui dentro de mim.

Nunca,
chamar-te, talvez nunca,
mas amanha quando irás
alguma coisa deixarás.

Nunca!