Musica Italiana

La povera Rosetta

( Canta: Nanni Svampa )
( Autor: Desconhecido - 1914 )

Canção popular da malandragem da noite milanesa que nasceu para cantar o triste fim de uma jovem prostituta conhecida por todos como Rosetta, que morava na Praça Vetra e que exercia sua atividade na vizinha Rua Colonnetta.  Ela foi morta em 13 de agosto de 1914 parece por um policial que se apaixonou por ela sem ser correspondido e que infelizmente permaneceu sem punição. Nanni Svampa gravou esta canção na década de 50.

Original em italiano Tradução

Il 13 di agosto,
in una notte scura,
commisero un delitto
gli agenti di Questura.

Hanno ammazzato un angelo
di nome era Rosetta,
era di Piazza Vetra,
battea a la Colonnetta.

Rosetta, mia Rosetta,
dal mondo sei sparita
lasciando in gran dolore
tutta la malavita.

Tutta la malavita
era vestita in nero
per compagnar Rosetta,
Rosetta al cimitero.

Le sue compagne tutte
eran vestite in bianco
per compagnar Rosetta,
Rosetta al camposanto.

Si sente pianger forte
in questa brutta sera,
piange la Piazza Vetra
e piange la Ligera.

Oh, guardia calabrese,
per te sarà finita,
perché te l'ha giurata
tutta la malavita.

Dormi Rosetta, dormi,
giù nella fredda terra,
a chi t'ha pugnalato
noi gli farem la guerra.

A chi t'ha pugnalato
noi gli farem la guerra!


Em 13 de agosto,
numa noite escura,
cometeram um delito
os agentes da Policia.

Mataram um anjo
seu nome era Rosetta,
era da Praça Vetra,
trabalhava na Rua Colonnetta.

Rosetta, minha Rosetta,
do mundo desapareceste
deixando em grande dor
toda a malandragem.

Toda a malandragem
era vestida de preto
para acompanhar Rosetta,
Rosetta ao cemitério.

As sua colegas todas
eram vestidas de branco
para acompanhar Rosetta,
Rosetta ao campo-santo.

Ouve-se chorar forte
nesta noite feia,
chora a Praça Vetra
e chora a Organização.

Oh, guarda calabresa,
para ti é o fim,
porque assim jurou
toda a malandragem.

Durma Rosetta, durma,
sob a fria terra,
contra quem te apunhalou
nós faremos a guerra.

Contra quem te apunhalou
nós faremos a guerra!