Musica Italiana

La dolce vita

( Canta: Katyna Ranieri )
( Autor: Nino Rota - 1960 )
( Retrato da famosa "Via Veneto" na época )
( Do filme homonimo de Federico Fellini )

Original em italiano Tradução

Se t'insegue la nostalgia,
se un amore devi scordare,
non passare per questa via,
mai!

Ma se ami la frenesia
di una vita multicolore,
di tutto trovi
solo se vieni quì.

Questa strada sembra finta
e dipinta da Renoir.
C'è una fetta di Manhattan
e una fetta di Boulevard.

Quando è notte ha più voci,
ha più luci di Brodway,
quella luna sembra giada.
Dolce strada!

Il mercato delle illusioni
che si tiene per questa via,
è il pù squallido che ci sia.
Sì!

Quì si vende gloria e speranza,
il successo quì puoi comprare,
ma che prezzo dovrai pagare,
tu!

Quanta gente disperata
sta in vetrina nei caffè.
C'è l'attrice sorpassata
e un grassone che era Re.

Il gran sarto con l'amico
sono pronti a sorseggiar.
Una vita dolce e scialba
fino all'alba.

Rassomiglia a una quadriglia
il via-vai dei nostri eroi.
Il semaforo sbadiglia
sulla diva e il suo play-boy.

Ora arriva il paparazzo
che li mitraglia con il flash.
Sui giornali del mattino,
che casino!

Tra il regista e la stellina,
alle quattro del mattin,
gira un pò di polverina.
Annusarla è molto "In".

E se poi quella biondina
senza sogni e gioventù,
con il sole sarà morta,
ma che importa!

E continua la sfilata
dei fantasmi con il frack,
alla caccia disperata
di un articolo o di un ciack.

Una ignota francesina
improvvisa uno streap-teese.
È il biglietto per l'ingresso
del successo.

Quando il sole è più vicino
e ritorna la realtà,
si fà vivo il netturbino,
vero Re della città.

Spazza i sogni e le cartacce,
fischiettando se ne va.
Ecco dove sei finita,
dolce vita!

Ecco dove sei finita,
dolce vita!


Se te persegue a saudade,
se um amor deves esquecer,
não passar por esta rua,
nunca!

Mas se amas a frenesi
de uma vida multicolor,
de tudo encontras
somente se vens aqui.

Esta estrada parece falsa
e pintada por Renoir.
Há uma fatia de Manhattan
 uma fatia de Boulevard.

Quando é noite tem mais vozes,
tem mais luzes de Brodway,
aquela lua parece jade.
Doce estrada!

O mercado das ilusões
que há nesta rua,
é o mais miserável que exista.
Sim!

Aqui se vende gloria e esperança,
o sucesso aqui podes comprar,
mas que preço deverás pagar,
tu!

Quanta gente desesperada
está como em vitrine nos bares.
Há a atriz ultrapassada
e um gordão que era Rei.

O grande costureiro com o amigo
estão prontos para beber.
Uma vida doce e insossa
até o amanhecer.

Parece uma quadrilha
o vai-vem dos nossos heróis.
O semáforo boceja
para a diva e seu play-boy.

Agora chega o repórter fotográfico
que os metralha com o flash.
Nos jornais da manha,
que confusão!

Entre o diretor e a estrelinha,
as quatro da manha,
gira um pouco de purinha.
Cheirar é muito "In".

E se depois aquela loirinha
sem sonhos e juventude,
de manha estará morta,
mas o que importa!

E continua o desfile
dos fantasmas com o fraque,
na caçada desesperada
de um artigo ou de um ciack.

Uma desconhecida francesinha
improvisa um Streap-teese.
É o bilhete para alcançar
o sucesso.

Quando o sol está mais perto
e retorna a realidade,
aparece o lixeiro,
verdadeiro Rei da cidade.

Varre os sonhos e a papelada,
assoviando vai andando.
Eis onde acabaste,
doce vida!

Eis onde acabaste,
doce vida!