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Italia |
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Sempre |
Musica Italiana
( Canta: Renato Rascel )
( Autores: Del Pino - Colacci - R. Rascel - 1953 )
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Original em italiano |
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Mamma ti ricordi quando ero piccoletto, che mi ci voleva la scaletta accanto al letto? Come son cresciuto, mamma mia, devi vedere! Figurati che faccio il corazziere! Dicon che di crescere non mi dovrò fermare, dicono che posso ancor più alto diventare e perciò la sera, quando c'è la ritirata, mi danno l'acqua come all'insalata. Certamente crescerò, ma in attesa mi farò i tacchetti alti un metro e un pò. Quando noi di scorta andiamo appresso a una vettura, noi dobbiamo essere tutti uguali di statura, io perciò cammino tutto dritto appresso al cocchio e i miei compagni marciano in ginocchio. (Elucubrazione demenziale del piccoletto Rascel) Mi ricordo quando ero cadetto a Caianello. Eravamo lì che si caianellava del più e del meno, sa, e caianella oggi, caianella domani, ma non c'era quell'amalgama sia fittizio che avvocatizio e non disgiunto da quel senso euforico ed assiomatico che distingue gli altri concreti per il senso siderurgico e metallurgico. Eravamo li che facevamo i cadetti quando viene uno e fa: "Scusino, che loro fanno i cadetti?" Dico "Sì perché?" Dice "Beh, me ne faccia due". Non l'avesse mai detto! Non l'avrebbe sentito nessuno! Comunque noi continuavamo a fare i cadetti e ne facevamo anche parecchi, tanto che la gente passava e diceva: "Ma guarda quelli lì come fanno i cadetti! Ma guarda quelli lì come fanno i cadetti!". La cosa cominciava a prendere un pò di affumicaticcio, tanto che provocò un decreto ministeriale che limitava alla sola domenica il fatto di dire: "Ma guarda quelli lì come fanno i cadetti". I ragazzi pur tuttavia, consci di un destino effimero, si limitavano al fatto cauzionale e quindi optavano: "La madre! Il padre!". Non c'erano, e cominciò a piovere un'acqua, ma un'acqua che veniva giù e tutti dicevano: "Almeno andasse in su! Ma va!". Un ingegnere che si trovava presente dice: "La riparo io". Niente da fare, eppure era un ingegnere giovane che aveva raggiunto la meta agognata. La cognata....ma non dev'essere così, no, no. Dice il comandante che farò una gran carriera perché c'ho la spada, gli speroni e la panciera, per quel piede dolce, saldo il cuor, la mano lesta e c'ho sta cassarola sulla testa. Quando nella mensa siamo tutti radunati, gli altri se ne stanno bene bene accomodati, mangiano seduti, io soltanto sono quello che mangia in piedi sopra uno sgabello. Quando vo per la città tutti esclaman: "Guarda là, di quel corazziere se ne vede la metà!" Quando alla rivista andiamo tutti equipaggiati, gli altri hanno i cavalli proprio veri e ben piantati, io di quei cavalli forse non ne sono degno e c'ho un cavallo a dondolo di legno. Se vedi un elmo che cammina solo, salutalo e sollevalo dal suolo, che sotto, mamma mia, con gran piacere ci troverai tuo figlio corazziere! |
Mamãe estás lembrando de quando eu era pequenino, que precisava de uma escadinha ao lado da cama? Como eu cresci, mamãe, tu deveria ver! É só pensar que agora sou um Couraceiro! Dizem que não deverei parar de crescer, dizem que posso tornar-me ainda mais alto e portanto de noite, quando há o toque de recolher, me molham com a água como se eu fosse alface. Certamente crescerei, mas na espera usarei os saltos altos um metro e mais. Quando estamos de escolta atrás de um carro, todos devemos ter a mesma altura, por isso eu ando todo ereto perto do carro e os meus companheiros marcham de joelho. (Elucubração demêncial do baixinho Rascel) Lembro de quando eu era cadete em Caianello. Estávamos aí tagarelando sobre o mais e o menos, sabe, tagarela hoje, tagarela amanha, mas não havia aquele amálgama fictício ou retórico e não separado daquele senso eufórico e axiomático que distingue as outras realidades pelo senso siderúrgico e metalúrgico. Estávamos aí fazendo os cadetes quando aparece um cara que diz: "Desculpai, vocês fazem os cadetes?" Eu digo "Sim, porque?" Diz "Bom, façais dois cadetes pra mim". Nunca tivesse dito isso! Ninguém deveria ter ouvido! De qualquer forma nós continuávamos a fazer os cadetes e também fazíamos muitos deles, tanto que as pessoas passavam e diziam: "Mas olha aqueles aí como fazem os cadetes! Mas olha aqueles aí como fazem os cadetes!". A coisa começava a ser um pouco cansativa, tanto que provocou um decreto ministerial que limitava somente ao domingo poder dizer: "Mas olha aqueles aí como fazem os cadetes!". Os garotos porem, cientes de ter um destino efêmero, limitavam-se ao fato caucionário e por isso diziam: "A mãe! O pai!". Não estavam, e começou a chover uma água, mas uma água que caia e todos diziam: "Pelo menos caísse pra cima! Mas nada!". Um engenheiro que estava presente diz: "Vou cobri-lo eu". Nada feito, contudo era um engenheiro jovem que havia alcançado a meta sonhada. A cunhada....mas não deve ser isso, não, não. Diz o comandante que farei uma grande carreira porque tenho a espada, as esporas e o cinturão, aquele pé chato, o coração forte, a mão rápida e porque tenho esta caçarola na cabeça. Quando no refeitório estamos todos reunidos, os outros estão muito bem acomodados, comem sentadinhos, somente eu sou aquele que come de pé sobre um banquinho. Quando ando pela cidade todos exclamam: "Olha lá, daquele Couraceiro se vê somente a metade!" Quando passamos a inspeção todos equipados, os outros tem os cavalos verdadeiros e bem firmes, eu talvez não sou digno daqueles cavalos e tenho um cavalo de balanço de madeira. Se encontras um elmo que anda sozinho, cumprimenta-o e levanta-o do chão, pois de baixo, minha mãe, com muito prazer descobrirás teu filho Couraceiro! |