Musica Italiana

Il mio canto libero

( Canta: Lucio Battisti & Mina )
( Autores: Mogol - L. Battisti - 1973 )

Esta musica representa um clássico dá musica italiana, frequentemente transmitida via radio também a distancia de décadas desde sua primeira publicação e pode portanto ser considerada, em absoluto, um dos exemplo mais altos da produção de Lucio Battisti. A melodia, lenta e harmoniosa, acompanha um dos textos mais refinados e significativos entre aqueles escrito por Mogol. Protagonista é o canto, livre e desinteressado, indiferente a tudo aquilo que está á sua volta, e cuja mensagem é o amor que une o autor à sua mulher.

Original em italiano Tradução

In un mondo che
non ci vuole più,
il mio canto libero
sei tu.

E l'immensità
si apre intorno a noi,
al di là del limite
degli occhi tuoi.

Nasce il sentimento,
nasce in mezzo al pianto
e s'innalza altissimo
e va.

E vola sulle accuse della gente,
a tutti i suoi retaggi indifferente,
sorretto da un anelito d'amore,
di vero amore!

In un mondo che
prigioniero è,
respiriamo liberi
io e te.

E la verità
si offre nuda a noi
e limpida è l'immagine
ormai.

Nuove sensazioni,
giovani emozioni
si esprimono purissime
in noi.

La veste dei fantasmi del passato,
cadendo, lascia il quadro immacolato
e s'alza un vento tiepido d'amore,
di vero amore!

E riscopro te!

 Dolce mia compagna che
non sai domandare,
ma sai che ovunque andrai
al fianco tuo mi avrai, se tu lo vuoi.

Pietre, un giorno case,
ricoperte dalle rose selvatiche,
rivivono,
ci chiamano.


Boschi abbandonati
e perciò sopravvissuti vergini,
si aprono,
ci abbracciano.


In un mondo che
prigioniero è,
respiriamo liberi
io e te.

E la verità
si offre nuda a noi
e limpida è l'immagine
ormai.

Nuove sensazioni,
giovani emozioni
si esprimono purissime
in noi.

La veste dei fantasmi del passato,
cadendo, lascia il quadro immacolato
e s'alza un vento tiepido d'amore,
di vero amore!

E riscopro te!
Ti tu ti ti tu tu.
Ti tu ti ti tu tu.


Num mundo que
não nos quer mais,
o meu canto livre
és tu.

E a imensidão
se abre em volta de nós,
além do limite
dos olhos teus.

Nasce o sentimento,
nasce no meio do choro
e se eleva altíssimo
e vai.

E voa sobre as acusações das pessoas,
a todas suas heranças indiferente,
sustentado por um desejo de amor,
de verdadeiro amor!

Nu mundo que
prisioneiro é,
respiramos livres
eu e ti.

E a verdade
se oferece nua a nós
e límpida é a imagem
agora.

Novas sensações,
jovens emoções
se exprimem puríssimas
em nós.

O vestido dos fantasmas do passado,
caindo, deixa o quadro imaculado
e se leva um vento tépido de amor,
de verdadeiro amor!

E re-descubro a ti!

 Doce minha companheira que
não sabes pedir,
mas sabes que onde irás
ao teu lado me terás, se tu o queres.

Pedras, um dia casas,
recobertas pelas rosas selvagens,
revivem,
nos chamam.


Bosques abandonados
e portanto sobrevividos virgens,
se abrem,
nos abraçam.


Num mundo que
prisioneiro é,
respiramos livres
eu e ti.

E a verdade
se oferece nua a nós
e límpida é a imagem
agora.

Novas sensações,
jovens emoções
se exprimem puríssimas
em nós.

O vestido dos fantasmas do passado,
caindo, deixa o quadro imaculado
e se leva um vento tépido de amor,
de verdadeiro amor!

E re-descubro a ti!
Ti tu ti ti tu tu.
Ti tu ti ti tu tu.