Musica Italiana

Celeste Aida

( Canta: O Tenor Luciano Pavarotti )
( Da Opera "Aida" de Giuseppe Verdi - 1870 )
( Libretto: Antonio Ghislanzoni )

A ação se desenvolve em Menfi e Tebe, ao tempo dos Faraós, por volta do século XIX antes de Cristo. Radamés, capitão dos guardas reais, toma conhecimento que os  Etíopes ameaçam as fronteiras do Egito. Ele espera então de ser o escolhido pelo Rei para ser o comandante do exercito Egípcio, pois em caso de vitória poderá obter a liberdade de Aida, a prisioneira etíope escrava de Amneris, filha do Rei Egípcio, que ele ama e dá qual é retribuído.

Original em italiano Tradução

Se quel guerriero io fossi.
Se il mio sogno si avverasse.
Un esercito di prodi da me guidato,
e la vittoria e il plauso di Menfi tutta.

E a te, mia dolce Aida,
tornar di lauri cinto.
Dirti, per te ho pugnato,
per te ho vinto.

Celeste Aida, forma divina,
mistico serto di luce e fior.
Del mio pensiero tu sei regina,
tu di mia vita sei lo splendor.

Il tuo bel cielo vorrei ridarti,
le dolci brezze del patrio suol.
Un regal serto sul crin posarti,
ergerti un trono vicino al sol.

Celeste Aida, forma divina,
mistico raggio di luce e fior.
Del mio pensiero tu sei regina,
tu di mia vita sei lo splendor.

Il tuo bel cielo vorrei ridarti,
le dolci brezze del patrio suol.
Un regal serto sul crin posarti,
ergerti un trono vicino al sol.

Un trono vicino al sol!
Un trono vicino al sol!


Se aquele guerreiro eu fosse.
Se o meu sonho se tornasse real.
Um exercito de valorosos por mim guiado,
e a vitória e o aplauso de Menfi toda.

E a ti, minha doce Aida,
voltar coroados de louros.
Dizer-te, pra ti combati,
pra ti venci.

Celeste Aida, forma divina,
mística grinalda de luz e flores.
Do meu pensamento tu és rainha,
tu da minha vida és o esplendor.

O teu belo céu queria devolver-te,
as doces brisas do pátrio solo.
Uma coroa real sobre os cabelos pousar-te,
erguer-te um trono pertinho do sol.

Celeste Aida, forma divina,
místico raio de luz e flores.
Do meu pensamento tu és rainha,
tu da minha vida és o esplendor.

O teu belo céu queria devolver-te,
as doces brisas do pátrio solo.
Uma coroa real sobre os cabelos pousar-te,
erguer-te um trono pertinho do sol.

Um trono pertinho do sol!
Um trono pertinho do sol!